Livro Sociedade Eleita

Um livro de fantasia que liga o universo da mitologia grega aos dias atuais através de uma abordagem inédita.


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– Conheça o Romance Sociedade Eleita

Ao se apaixonar pelo herdeiro da multinacional em que faz estágio, Sofia não imaginava que sua vida viria a sofrer tantas mudanças.

Transportada para um mundo sobrenatural, cercada por mistérios e intrigas, ela descobre que está prometida ao futuro Deus-Rei da Sociedade Eleita, por serem almas gêmeas e estarem ligados por uma antiga profecia.

Agora, Sofia terá de lutar para conseguir restabelecer sua antiga vida e ficar com seu primeiro amor sem destruir Geia (Terra). Tal decisão irá mudar não apenas o seu destino, mas o de toda a humanidade.

Mapa de Campos Elísios

Uma jornada de reconstrução na qual Sofia irá se redescobrir entre o real (Quem ela é?) e o ideal (Quem ela quer ser?) para finalmente escolher seu caminho e enfrentar o maior desafio de sua vida: uma luta em nome do amor, um amor acima de tudo, acima do bem e do próprio mal.


Separados especialmente para você!

Trechos do Livro Sociedade Eleita –


Percorra alguns trajetos dessa emocionante jornada.


Os nomes de alguns personagens estão ocultos para manter o mistério do romance.


Primeiro Amor

— Um sonho… — Ele disse baixinho, levantando seu rosto. — Alimenta nossa força interna e fornece a coragem de que precisamos para lutar, por maiores que sejam os obstáculos.

Ele parecia ler seus pensamentos.

— Mesmo um sonho impossível? — indagou. Logo ele iria embora, se tornaria somente um sonho intangível.

— Escolho sonhar, e você? — perguntou confiante e seguro.

— Eu estou sonhando — respondeu enfeitiçada.

— E se fosse possível alguém compartilhar os mesmos sonhos ao seu lado? — interrogava-a com olhos curiosos.

— Seria fascinante — respondeu.

— Fas-ci-nan-te — ele repetiu devagar, sílaba por sílaba.


Alma Gêmea

— Não quero nada que venha de você! Renego seu amor e essa ligação demoníaca! — Sofia disse com rancor.

Com um pulo, ele surgiu na sua frente. Sofia soltou um grito, assustada, mas se manteve firme, para demonstrar que, apesar disso, tinha coragem para enfrentá-lo.

— Quando for minha, serei impiedoso. Não poderá recusar o meu amor, nem me negar seus encantos. — Lançou-lhe um olhar determinado e desapareceu como mágica.

Ela cambaleou, encostou-se na porta da varanda com as mãos sobre o coração, as batidas eram tão fortes e descompassadas que pensou que teria um ataque cardíaco. Com dificuldade chegou até a cama, fechou os olhos, inspirava e expirava o ar com força. Depois de muito tempo, seu coração se aquietou.


Mitologia Grega

Aquele era um fardo maior do que o imposto ao Titã Atlas, de sustentar Geia pela eternidade. Um Deus-Rei era o elo que mantinha vivos dois mundos ao equilibrar forças invisíveis.


— Pandora, sempre Pandora! Ah, Sofia, eu amo a incrível capacidade que tem de agir e pensar como uma pessoa comum; você não é capaz de imaginar como sua fé é encantadora! Pandora deu ao homem um poder divino: a força proveniente da esperança, quando abriu a caixa de Epimeteu. E você age como eles; por isso não posso lhe fornecer os três anos: tem esperança e vai lutar pelo que acredita.


— O destino? — indagou, expressão de revolta, aproximou-se do seu rosto para forçá-la a olhar para ele. — Foi o destino que colocou ele no seu caminho? Não! As Moîras não escreveram o seu destino ao lado dele, por isso lhe digo: Ducunt volentem fata, nolentem trahunt.


Ele levantou o rosto e a encarou, ficou petrificado como se tivesse olhado para a terrível Medusa, que era Sofia.


Fantasia

Estacou, diante do que lhe sugeriu ser uma fada: alta, cerca de dois metros; os cabelos longos, abaixo da cintura, emolduravam o corpo dela como se fosse uma névoa mágica, destacando os olhos grandes, expressivos e intensos. Os movimentos graciosos pareciam fazer parte de uma dança silenciosa.


Entraram em um corredor estreito, em silêncio chegaram a um lugar que parecia demarcar a fronteira de dois mundos. Colocou as sacolas no chão e olhou em volta. Curiosa, aproximou-se do tecido negro que pendia da imensidão do profundo universo, acompanhou os fios intermináveis, pareciam ultrapassar os limites entre a vida e a morte. Antes de tocar o tecido que tremulava com suavidade, ele apareceu.


Um grito agudo ecoou por toda a floresta e ele foi selado dentro da árvore. Foi então que eles surgiram: eram centenas de seres etéreos, brancos, puros, com três pares de asas grandiosas.


… e caiu dentro do buraco negro que a cortava como lâminas afiadas, enquanto o som dos gritos da morte enchia o ar parado e malcheiroso. A dor do sofrimento e da tortura eterna parecia envolvê-la ao ser engolida pela escuridão. Alguém a pegou, se agarrou com força a ele ― não queria morrer ―, seu coração batia descompassadamente, assim como o dele, em uma sintonia perfeita. 


Lutas Épicas

Era assustador ver como ele se destacava, não só pelo porte ― todos eram enormes, afinal ―, mas pela postura firme, a agilidade e a força que demonstrava ao manusear as armas, que, como uma extensão dos braços, se moldavam à habilidade e destreza através de manobras perfeitas. Depois de se entreter com várias opções, ele não escolheu nenhuma e se dirigiu ao centro da arena com as mãos vazias: lutaria desarmado.

César utilizava duas lanças do seu tamanho, girando-as em torno de si. Proteu tinha um tridente branco que era o dobro da sua estatura.

Proteu e César se posicionaram um de cada lado; ele, no centro, apenas analisava os oponentes.

As pontas das lanças do César se incendiaram. Aurora soltou um pequeno gritinho de espanto, enquanto Sofia observava tudo, assustada.

— A Casa do César controla o fogo — Aurora informou com os olhos fixos na cena.

Girando em torno dele, César e Proteu trocaram um aceno de cabeça e atacaram juntos. Ele se desvencilhou, fazendo com que o tridente de Proteu se enroscasse nas lanças de César, e o fogo se apagou.

Aurora ficou impaciente:

— Por que não acaba logo com o duelo?

Ele esperou.

A empolgação dos rapazes que acompanhavam a disputa foi tão grande que irritou Proteu, fazendo com que desistisse do tridente. Ele correu para pegar outra arma e voltou com uma espada.

César conseguiu liberar as lanças e colocá-las em chamas de novo.

Proteu e César estavam agora lado a lado; ele os aguardava de costas. Os dois avançaram ao mesmo tempo. Ele girou, ficou atrás de César e, com um golpe violento, tomou uma das lanças e o deixou caído no chão.

Aurora ficou irritada:

— Sem sangue! Ele prometeu que não tiraria uma gota de sangue!

Assim que a lança passou para a mão dele, incendiou-se de uma ponta a outra. Ele a mantinha ao lado, o fogo parecia não o machucar; pequenas labaredas contornavam o corpo dele como plumas macias. Sofia não conseguia entender que truque de mágica era aquele.

Com uma força assombrosa, Proteu foi para cima dele, atacando-o com fúria, mas este conseguiu parar a espada com a própria mão. César voltou para a luta e, agora, eram dois contra um; entretanto, ele os mantinha afastados sem esforço: parecia brincar com eles, esquivava-se enquanto girava, escapando de todas as investidas. Mesmo mantendo a lança em chama nas mãos, não a usava, até que decidiu girá-la em torno de si tocando uma das pontas no chão. Uma nuvem de fogo subiu e os envolveu, não era mais possível vê-los.


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